Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Cinéfilos J.Jr
 Les Fait Divers
 )borbas(
 Caio
 Gui Dearo
 Naíma
 Túlio
 Flickr - Galeria pessoal




Apenas divagações
 


People are unbelievable.

Tenho visto muitos episódios de Grey's Anatomy, e começo a pensar minha vida com uma narração em inglês. Uma narração pessimista e em inglês.

E, como já diria Meredith Gret, life it really sucks.



Escrito por Bru Buzzo às 00h11
[] [envie esta mensagem
] []





#fail

Não fiz uma retrospectiva da minha vida no diário nem escolhi os melhores filmes que vi nos cinemas em 2009. Hoje nada fiz, como nada tenho feito nos ultimos dias.



Escrito por Bru Buzzo às 04h31
[] [envie esta mensagem
] []





Amanhã vou escrever uma retrospectiva dos meus ultimos 20 anos no meu diário que não é nada diário. Assim quem sabe rio muito e choro muito e mando as magoas embora.



Escrito por Bru Buzzo às 06h07
[] [envie esta mensagem
] []





Sinto falta de minhas poesiazinhas felizes.

 

[Poesiazinhas?? - Isso não deve existir, mas agora não estou a fim de checar, cansei desses desabafos internos]



Escrito por Bru Buzzo às 06h07
[] [envie esta mensagem
] []





Eu, minha metáforas e memórias

Hoje descobri que algumas pessoas ainda leem meu blog, olha só!

De um lado, acho que o Caio as vezes deve ficar encucado com algumas coisas que lê por aqui - por favor, não fique, minhas inderetas, na maior parte das vezes, tem outros destinatários.

Por outro, descobri que minha tia Luzia le meu blog, sabe que ele existe e ainda comentou em um texto que fazia referencia a ela. Isso foi uma grande surpresa. Boa, ainda que triste, por que o texto é triste e sempre me faz chorar quando releio. Não são lembranças fáceis, como imagino que também não sejam para vc, tia. Dói muito, e sempre choro quando escrevo sobre isso (como agora, e como em todas as vezes anteriores).

Mas escrever pra mim é uma grande terapia. Tenho minha bobagens postadas no twitter, tenho um diário (que não é atualizado todos os dias, como deve-se imaginar para alguem como eu), escrevo anotações diária na minha agenda (que está sempre mais à mão que o diário), tenho dois blogs e ainda carrego sempre um caderninho de anotações na mochila/bolsa, não um bloquinho de jornalista, não, um caderninho mesmo, para anotar qualquer bobagem que me venha à cabeça, seja algo que eu postaria no twitter caso estivesse online, seja algo que postaria aqui ou no blog sério. Lá tem de tudo.

Por que escrever me faz bem, alivia as tensões, as duvidas, dá vasão aos sentimentos dos quais não gosto de falar e que as vezes não entendo bem. Gosto de escrever.

Atualmente muitos textos aqui tem sido mais diretos, sem metáforas, isso é mais terapeutico. E isso condiz com uma "mudança editorial" por que passou este blog e também com uma fase menos poética de minha vida. Antes eu divulgava este blog, para mais gente ler o que eu postava, eu postei algumas fotos, poemas, reflexões pessoais ou não. depois, criei um blog mais sério, que não atualizo tanto quando gostaria, mas já é alguma coisa. Este aqui então ficou às moscas por um bom tempo, só para mim. Depois virou verdadeira valvula de escape.

Com isso, se vcs leram até aqui, espero que quem leia este blog, seja por que motivo for, entenda que cada dia tem suas confusões e reflexões. E. por favor, não se ofenda.

Tenho consciencia de que alguns posts, de minha fase mais poética e metáforica, foram claras ofensas a alguem, que já nem me lembro mais quem era (em alguns casos). Mágoas que se perderam nas metáforas, ainda bem. Que sejam apenas uma metáfora bonita e triste que algum dia eu criei, que nunca mais sejam mágoas.

As verdadeiras mágoas eu sei identificar. Há algumas metáforas que ainda reconheço bem, dores que me marcaram profundamente. As marcas sempre ficam, como disse uma vez em um email, que hoje percebo ter sido um tanto quanto cruel, mas acho mesmo que um tapa na cara de vez em quando não faz mal a ninguem. A gente sobrevive. E supera.

As fases metafóricas, pelo que percebo, foram dias em que estava de fossa, mal. Ou dias em que já não estava mais mal, mas bateu uma depressão e então fiquei com vontade de escrever coisas tristes. As poesias que fiz por aqui são quase todas triste. Deve ter uma ou outra feliz, mas quase nada. Nos dias felizes eu geralmente não posto nada por aqui. Nas epocas felizes o blog fica vazio, barato. Ainda bem, né?!

E ainda bem, como vcs perceberam, é uma expressão que gosto muito de usar. Por que me consola saber que tudo passa. Que as coisas vem e vão, que tudo muda. E isso é bom, isso consola, por que há tanta tristeza lá atras. Mas elas passaram, e espero mesmo ficar só com as boas lembranças anteriores à cada tristeza que veio. De cada situação, espero levar para o futuro as coisas boas, as pessoas que conheci, os amigos que fiz. É triste ver que alguns amigos se perdem pelo caminho. Mas um sorriso carinhoso sempre fica. Ainda bem.



Escrito por Bru Buzzo às 05h29
[] [envie esta mensagem
] []





As pessoas veem o que querem nas palavras dos outros. Eu procuro e nada acho. Só vejo palavras tristes de quem se deparou com a morte pela primeira vez.



Escrito por Bru Buzzo às 04h40
[] [envie esta mensagem
] []





Por quê?

No começo, me perguntava muito por quê?? Por que vc foi, por que fez, por que insiste.

Depois parei de me perguntar, simplesmente continuei indo. Deixei acontecer.

Hoje acho que talvez esse não-questionamento seja melhor. Ainda tenho algumas curiosidades sobre os por ques, mas já não me pergunto mais. Acho que assim é melhor, evita frustrações, evita sofrimentos, e pode deixar só o cheiro bom no ar!



Escrito por Bru Buzzo às 03h48
[] [envie esta mensagem
] []





Vim aqui escrever sobre algo feliz e acabei me defrontando com tristezas que não passarão.



Escrito por Bru Buzzo às 03h34
[] [envie esta mensagem
] []





Memórias

Vou evitar ler textos velhos. Aqueles que falam de meu avô ainda me fazem chorar. Se engana redondamente quem pensa que sou incensivel e impenetrável. Foi dia 12 de novembro, faz quase dois meses. Outro dia minha tia esteve aqui, era aniversário dela no dia 13 de dezembro. Fazia uma mês. Reunimos a familia, os primos do meu pai e dessa tia. Todos conversavam, pouco se falou sobre meu avô.

Mas, na hora do parabéns, eu olhei para minha tia e ela tinha um olhar triste no rosto. Era seu quinquagésimo aniversário. Em 50 anos de vida, seu pai havia estado sempre por perto, mesmo que em cidades distantes. Eram muito próximos. Não sei o que ela pensava, se era de fato isso, se mais alguem reparou no olhar triste ou se apenas eu, mas quando vi seus olhos um pouco vagos no horizonte, e a vela a se apagar, lembrei de meu avô e fiquei muito triste. Nada comentei, com ninguem. Mas ainda hoje choro. Me entristece pensar sobre isso.

Nunca pensei que a morte pudesse ter um impacto tão grande sobre mim. Outro dia falavamos disso minha irmã, eu e minha mãe. A Nara comentou sobre quando eu e ela morressemos, quem morreria primeiro, que ela não queria me enterrar. E eu fiquei muito triste. Só de pensar nessa possibilidade já me vieram lagrimas aos olhos. Por mais que eu acredite em vida apos a morte, a ausencia prolongada e que parece eterna de uma pessoa querida doi. É triste saber que nunca mas nesta vida, com este corpo que conhecemos, veremos aquela pessoa.

Eu não tinha muito contato com meu avõ. Eles moram longe, há quase 600 km de SP, e nós não vamos pra lá com muita frequencia. Uma ou duas vezes por ano, com sorte. Mas sempre gostei muito dele.

Quando criança, minha irmã e eu escondiamos seus cigarros no apartamento da minha tia, quando ela ainda morava aqui em São Paulo. Isso quando meus avós vinham para cá visitar-nos. Meu avô sempre odiou a cidade grande, não gostava de vir para cá. Mas, para nós, era sempre divertido esconder os cigarros dele nas gavetas de uma velha comoda que minha tia ainda tem, agora na casa do interior.

Eu tinha algo entre 6 e 8 anos quando meu avô sofreu o primeiro derrame, ou AVC. Desconfio que foi em 1996, eu com 7, mas não tenho certeza. Me lembro que minha irmã e eu não pudemos entrar no hospital para visitá-lo e ficamos do lado de fora, brincando, tristes, com alguem. Creio que naquela ocasião fomos para lá apenas por causa do derrame. Era um hospital em Rio Preto, se não me fala memória. Havia uma rampa. Ou ao menos há uma rampa em minha memória apagada de criança.

Aquele foi o primeiro de três, se bem me lembro. Não deixou sequelas a longo prazo, meu avô logo melhorou. No segundo ele já não teve tanta sorte, as sequelas duraram mais tempo e, se não me falha a memória ou os detalhes, não passaram antes que viesse o terceiro AVC. Este foi o definitivo, que rendeu a meu avô quase 10 anos de total dependencia. Ele já não andava sozinho, a não falava mais que apenas algumas interjeições ou complementos de palavras com o começo sugerido por um terceiro.

Esta foi sua primeira morte, a mais cruel das duas. Tirou-lhe seus mais sutis prazeres, como o caminhar pelo pomar de laranjas ou o simples direito de implicar com a esposa. Só o que lhe restou então foi mesmo o cigarro. Aquele que o matou. Uma escolha que ele sabia, o levaria à morte inevitável. A libertação de um copo que já não é mais vida, é prisão. E, dez anos depois, ele conquistou seu merecido descanso. Um alivio para ele, uma grande dor para os que ficaram.



Escrito por Bru Buzzo às 03h06
[] [envie esta mensagem
] []





Hoje, lendo uma crônica da Camila Martins em seu blog sobre encontros com ex, ciúmes, dores desnecessárias, fiquei pensando sobre esta questão dos encontros, que me é tão dolorida. Não gosto de me encontrar com meus ex. Ou, no geral, com pessoas que me causaram qualquer tipo de sofrimento. Aquela falsa sensação de que foi tudo perdoado, esquecido. A dor passa, o perdão pode até vir, mas nada nunca é esquecido. E é preciso aceitar essa realidade.

Sei que se algum dia fui cruel com alguem, esse alguem se lembrará disso todas as vezes em que olhar para mim. Penso ser inevitável, por tudo que já vi, ouvi e vivi. Por mais que de longe esteja tudo bem, se os olhos se encontram, as dores parecem voltar, como um borbulhar de algo nojento que respinga sujeira e podridão por aí. Evitar, para mim, é o melhor.

Nesta nossa sociedade que creio possamos chamar de 'online', muitos contatos só se mantem virtualmente. No caso de ex-qualquer coisa, é bom que assim o seja. No ambiente virtual, o nome da pessoa não lembra sempre suas canalhices (ou afins). Nos olhos, sempre. É impossível separar um e outro. Mas online, não, todos podem ser amigos. Ainda bem!

 

--

Veja meu novo blog, com textos e discussões mais relevantes!

http://apenasdivagacoes.wordpress.com/



Escrito por Bru Buzzo às 01h31
[] [envie esta mensagem
] []





O grupo de email do meu departamento, o famigerado CJE_ECA, tem muita gente implicante. Pior de tudo é constatar que você já esteve com uma delas. Meu deus!

Ainda bem que o mundo dá voltas...



Escrito por Bru Buzzo às 01h26
[] [envie esta mensagem
] []





O caderninho que passei a levar para anotar pensamentos, reflexões e histórias já está acabando. Foi um bom companheiro!



Escrito por Bru Buzzo às 01h23
[] [envie esta mensagem
] []





Um casal se despede no ponto de ônibus. Para sempre. Ele, desesperado, tenta convencê-la a ficar. Ela, decidida, joga na cara os erros dele.

Tudo nas trocas de olhar, nos gestos, o corpo que fala.

 

Eu nada escuto, vejo tudo de longe. Observadora oculta e com uma imaginação fértil.

(era mais ou menos assim, o texto anotado no caderninho)



Escrito por Bru Buzzo às 01h22
[] [envie esta mensagem
] []





O que mais me diverte neste blog, é que ele é como um diário. Ninguem o lê, e eu falo comigo mesma. Adoro!

(ninguem é modo de falar. Se alguem está lendo, por favor, não se ofenda)



Escrito por Bru Buzzo às 01h20
[] [envie esta mensagem
] []





Atualizações

Ontem e hoje fiquei feliz por atualizar "trabalhos" online. Postei uma foto nova no flickr, carreguei um trabalho de vídeo no YouTube e escrevi um texto para o blog sério. Agora, estou ansiosa para a publicação de um ensaio fotográfico. E o pior é que é surpresa. E não posso nem twittar essa ansiedade.

Ando viciada em falar as coisas no twitter... e nem sei por que, acho que ninguem me lê, o que é meio triste de se pensar...

Mas, seja como for, estou feliz por postar coisas relevantes (espero, ao menos) na rede! Me alegra escrever para o blog sério. É divertido falar sobre cinema sem ter um objetivo, sendo apenas uma opinião, não como algo mais compromissado. No blog posso ter um texto livre, e aproveito para treinar a produção jornalística!

 

--

Veja meu novo blog, com textos e discussões mais relevantes! O blog sério!

http://apenasdivagacoes.wordpress.com/



Escrito por Bru Buzzo às 01h19
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]