| |
Amigas
Ambas caíram juntas, em um mesmo buraco fundo.
Escrito por Bru Buzzo às 01h28
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Influencias do twitter e da MPB em meus "post" aqui no blog. Se há algum tempo questiono a qualidade de um blog do UOL e penso em fazer outro, um blogspot ou wordpress, às vezes é bom ter um blog que (quase) ninguem lê, onde posso falar praticamente qualquer coisa quase sem julgamentos ou censuras. Mas lembro sempre que guardo alguns posts. Como um diário online, que algum dia se perderá. Lembranças e pensamentos que eu mesma deixarei esquecidos nesta massa digital. E quem sabe algum dia os reencontre e dê risadas. Ainda bem. Há coisas que precisam sair, guardar não faz bem para a saúde. E a minha já não vai bem, não preciso ainda de tristezas para adoecer ainda mais. Quero a saúde que perdi. Ironicamente, foi-se toda ao mesmo tempo. Uma não estava muito boa, mas era problema pequeno, apenas alguns espirros, coisa pouca. A outra ia bem, confiante, feliz, ia contente. Ambas caíram juntas, em um mesmo buraco fundo.
Escrito por Bru Buzzo às 01h28
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Madrugada
Em casa, gripada, tentanto ficar bem, sem conseguir agir. Sozinha. Madrugada fria. Silêncio na casa vazia.
Escrito por Bru Buzzo às 01h23
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Solidão que teme, hoje penso ser o que eu sinto. Não fosse a falta de coragem, estaria no twitter. Mas não quero twittar errado.
Escrito por Bru Buzzo às 01h19
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Twitter
O que gosto no twitter é a boa sensação de falar e ser ouvido. Por mais que ninguem leia seus twitts. É bom ser ouvido, a sensação de ser ouvida é boa. O twitter facilita a comunicação, ajuda amizades. A comunicação é sempre superficial, o twitteiro ideal manda links, divide informações e não fala da vida, mas falar da vida faz parte para algumas pessoas. E faz falta, por mais que os outros não entendam.
Escrito por Bru Buzzo às 01h02
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Desejo e Perigo
No final, só o que sobra é uma cama vazia. Dois anos de espera valeram a pena. Desde a Mostra 2007 quero ver este filme de Ang Lee e ele não me decepcionou. Ainda bem! É sempre boa a sensação que fica após um bom filme. Não tenho intenção de escrever uma resenha sobre, este não é o Cinéfilos, tampouco tenho tempo para escrever uma resenha (e é provável que este não seja um filme simples para se escrever sobre). Mas achei pertinente registrar o pensamento que me ocorreu ao termino da sessão.
Escrito por Bru Buzzo às 23h18
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Por outro lado, há um ano átras, a situação estava critica por aqui! Se há uma semana fui [muito] feliz, há um ano estava na pior das fossas. Há dois anos, extremamente feliz, menina inocente que era. Perto da comparação com o passado, hoje fico parecendo em paz, tranquila e (minimamente) realizada.
Escrito por Bru Buzzo às 04h01
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Há uma semana átras...
Escrito por Bru Buzzo às 03h46
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Sempre tive a sensação de que os dias só mudam depois que durmimos. Mas tenho tendência a pensar neles, quando já passaram, da forma literal: o sábado começa às 0h, quando acaba a sexta-feira, que, se você não durmiu, na prática ainda não acabou. É uma mistura de dias. Engraçado.
Escrito por Bru Buzzo às 19h27
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Diploma
Tinha uma teoria, há certa altura do curso de jornalismo, de que era preciso terminar a faculdade, pegar o diploma e ser jornalista. Dizia aos colegas "o diploma é necessário, então..." Hoje estou me perguntando se há razão para continuar, se não seria hora de buscar novos desafios. E, por outro lado, a mesma pergunta que me veio à cabeça três anos átras volta: "mas, afinal, se não for jornalismo, você vai fazer curso do quê?" Um plano imediáto: priorize em boas optativas, aproveite o bom de outros cursos, já que um outro curso por inteiro acaba sendo tão ruim quanto este que já estou fazendo. Na dúvida, sempre ficaram os amigos que fiz na ECA.
Escrito por Bru Buzzo às 19h16
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Sexta-feira
Queria escrever algo, mas não sei bem ao certo o que. Alguns pensamentos me voltam à cabeça e me confundem. Há uma mistura interna que me confunde. E tenho medo de não ter apenas magoado a mim mesma, e isso é o que mais dói. Queria sorrir e fazer sorrir. Como sorrimos por um sábado.
Escrito por Bru Buzzo às 19h11
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Frustração
O peso dos anos, das amarguras e das responsabilidades trouxe à minha vida uma cruel sensação de que tudo que quero jamais estará em minhas mãos. Tento afastar o sentimento de que é tarde para acordar para a vida. Sempre penso que quero crescer, e a constatação de que é duro me incomoda. Não depende só de mim. E dói, por mais que não expresse isso, por mais que não revele meus sentimentos, por mais fria que alguns me acusem de ser. Sofro por tudo que não passa a mim, pelo que passa aos que estão à minha volta. Dói crescer e perceber que já se fez coisas melhores e mais conscientes, dói perceber que alguma ou muitas convicções foram perdidas, que me rendi à convenções sociais que abominava. Dói perceber que tudo vai no sentido contrário ao idealmente desejado. Neste sentido, invisto em minha carreira, em minha já frustrada vida acadêmica, a espera de que o outro lado da moeda fique mais bonito. Mas a ferrugem não se vai com tanta facilidade. É sempre difícil limpar a casa.
Escrito por Bru Buzzo às 20h36
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Sorriso
Acabará de acordar, lá fora o sol já ia alto, a luz entrava com toda força no quarto sem cortina. Um gole d'água, um rolar na cama de quem acorda mal e não quer levantar-se. A cabeça pesada, o cabelo cheirando mal. Já havia uma vez levantado, sentiu o peso das quatro cervejas da noite anterior, conversou um pouco com a irmã e achou prudente voltar à cama. De repende, um bipe. Alto. Dois toques. Seu celular, perdido e esquecido na bolsa, jogada em um canto da cadeira cheia de roupas, não arrumada no dia anterior. Levantou-se, buscou na bagunça o bolsa, o bolso, o celular. Uma mensagem recebida. Um amigo que lhe fez sorrir. Uma tarde de sorrisos e mensagens simpáticas. Fez-se mais feliz sentindo-se querida. É triste sentir-se só e ignorada, sentir que o mundo te despreza. Enganar-se em relação às pessoas. Depois dos primeiros bipes, animou-se, foi almoçar, lavou o rosto com mais disponição. A cabeça foi ficando leve com o passar do dia, o macarrão, o café, a gelatina de maracujá ajudaram. De tarde, outra festa frustrada, desta vez, de família. Brigas e a inevitável sensação de que aquele final de semana trouxerá apenas festas ruins e mals espiritos. Mas os bipes continuaram, foram vários. E a animaram um pouco. Era bom sorrir depois de tempos tão tristes e de cabeças tão pesadas.
Escrito por Bru Buzzo às 20h32
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Besteira
Este título bastaria para expressar minha sensação em relação à noite passada. Ou talvez estes outros: tempo perdido, frustração.
Escrito por Bru Buzzo às 20h25
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
Noite
Há poesia nas madrugadas e falta-me criatividade nos dias. Há sinceridade e emoções nas noites solitárias.
A falta de companhia, amigos, amores Inspiram poesia à mente. Da solidão parecem surgir minhas melhores ideias
De dia, falta-me algo que permite entender quem sou Por que sou E como cheguei aqui.
De noite, tudo parece clarear. vejo minha vida, vejo o caminho E melhor me entendo.
Escrito por Bru Buzzo às 19h32
[]
[envie esta mensagem]
[link]
|
|
| |
| |
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
|
|
|